José Dias Coelho, escultor, e militante clandestino do PCP, tinha 38 anos, quando foi assassinado a tiro, pela PIDE, fez hoje 50 anos, numa rua da zona do Calvário, em Lisboa e que hoje leva o seu nome.
O local fica muito próximo da Rua da Indústria, onde aluguei um quarto que foi, durante dois meses, a minha primeira residência na clandestinidade.
Dias Coelho era companheiro da Margarida Tengarinha, e é o pai da Teresa e da Guida que conheci ainda umas jovenzinhas e que, sei, não desmerecem da vida exemplar desse homem bom, corajoso e herói do povo português.
Caro Raimundo Narciso Nunca é demais recordar os nossos heróis. Permite-me agradecer o papel que tens tido na divulgação dessas mesmas memórias. Abraço Rodrigo
Endereços dos posts sobre a clandestinidade.
1.http://memoriasdopresente.blogspot.com/2004/06/nascer-em-2004-e-nascer-na.html
2.http://memoriasdopresente.blogspot.com/2004/07/registo-civil-na-clandestinidade.html
3.http://memoriasdopresente.blogspot.com/2005/01/viver-na-clandestinidade.html
4.http://memoriasdopresente.blogspot.com/2005/04/connosco-foi-assim.html
5.http://memoriasdopresente.blogspot.com/2005/06/ba-3-tancos-2.html
6.http://memoriasdopresente.blogspot.com/2006/08/quatro-casos-de-subverso-da-lei.html
7.http://memoriasdopresente.blogspot.com/2007/03/passar-fronteira-salto-1.html
8.http://memoriasdopresente.blogspot.com/2010/10/hojea-esta-hora-ha-40-anos.html
1 comentários:
Caro Raimundo Narciso
Nunca é demais recordar os nossos heróis.
Permite-me agradecer o papel que tens tido na divulgação dessas mesmas memórias.
Abraço
Rodrigo
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