2012/12/13
Um Comunicado da PIDE/DGS a um ano do seu fim
2012/12/11
Jorge Martins apresenta-nos Maria Gomes
2012/12/09
A Igreja e a Sexualidade
Um dos cafés
que frequento tem o CM e, com o devido cuidado, folheio-o. Para saber se aquelas
raparigas das últimas páginas continuam muito bonitas, para ver se o artigo de opinião
da página 3 é de autor que mereça respeito. E há-os, vários.
Ontem li "Fé e pensamento" do padre, Fernando Calado Rodrigues.Por fim e não menos relevante, do acto sexual de homem e mulher o pecado fica só para ela.
2012/11/27
Que casamento mais insólito, pá
2012/11/06
1966: 90 presos políticos no Forte de Peniche
Para que "Não Apaguem a Memória" ofereço-vos aqui a cópia (digitalizada) de uma informação que circulou no início de 1967 entre os quadros clandestinos do PCP, talvez destinada também à Comissão de Socorro aos presos políticos. Nela se informa sobre a situação dos 90 presos políticos, no Forte de Peniche, em 1966. Nome, idade, profissão, terra de origem, pena, incluindo ou não medidas de segurança (continuação da prisão após cumprida a pena, por tempo indeterminado, ao critério da PIDE), prisões e anos de prisão sofridos em prisões anteriores, advogados de defesa.______________________
2012/10/31
A ditadura portuguesa e a sua polícia política
Este é o título do excelente artigo da historiadora Irene Pimentel (Público de 2012-10-29) que a seguir se reproduz.
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"Versão mais alargada do meu texto relativo à Ditadura portuguesa e à sua polícia política, publicado no jornal «Público», de 29 de Outubro de 2012. Por razões de espaço, a versão do jornal teve de ser abreviada.
O «fascismo» não existiu em Portugal?
Mortes e prisões por razões políticas
A tortura
2012/07/22
Fiquei amigo do bispo mas, para meu prejuizo, ele... não sabe
D. Januário Torgal, o capelão-mor
das forças armadas é conhecido pela sua frontalidade. Fazendo jus dessa sua virtude há dias, nos media, criticou asperamente o governo pela sua insensibilidade
social, por descarregar sobre os mais necessitados os custos da crise e poupar
os ricos que dela beneficiaram e beneficiam. Não receou acusar de “altamente
corrupto" o governo de Passos Coelho e, sem subterfúgios, colocou-se do lado dos
mais fracos.Foi assim:
As Forças Armadas organizaram no Instituto de Altos Estudos Militares, em Lisboa, à Junqueira, em 1998, salvo erro, um pomposo debate sobre o serviço militar obrigatório, cuja extinção estava em debate na Assembleia da República, em ligação, por videoconferência, com os comandos de todas as outras regiões militares. Presente o ministro da defesa de então, António Vitorino, muitos deputados em especial os da comissão parlamentar de Defesa, qualidade que ali me levou, e umas largas dezenas de generais, coronéis e outras altas patentes militares. Pedi a palavra a seguir a uma intervenção do então deputado do PSD Durão Barroso e, para além de dizer o que me parecera adequado e necessário, acerca do tema em discussão, aproveitei o momento para dizer com bonomia e educação que o que Durão Barroso acabara de dizer era um disparate e revelava que não sabia do que falava. Durão para atrair a simpatia dos chefes militares defendeu a continuação do serviço militar obrigatório mas com um argumento falso o de que em toda a história de Portugal, da fundação à atualidade, o serviço militar tinha tido a natureza que ainda então conservava, de serviço militar obrigatório.
Pouco depois fez-se um intervalo no debate. Foi aí que ao caminhar para o coffe break me cruzei com D. Januário Torgal que, sem que tivéssemos tido anterior conhecimento, se me dirigiu cordialmente e me desafiou: “Venha daí beber um cafezinho”. Uma coisa assim, simples e cativante, da parte de um representante de Deus para um relapso ateu, fez-me ficar amigo do bispo e sem que ele, para meu prejuízo, até hoje, o saiba. Pensei para comigo, terá acreditado naquelas balelas do Ângelo Correia?
2012/06/10
Jorge Sampaio e o reitor da Universidade de Lisboa no lançamento de "A Foto"
Se querem saber quase tudo sobre o livro (e a conspiração que está por trás) é ir aqui mas, por favor, não espalhem.
2012/05/15
Homenagem aos 56 portuguese mortos na Galiza pelo franquismo
Notícia obtida junto do Núcleo do Porto do Movimento Não Apaguem a Memória (NAM):
«No passado sábado 12 de Maio, em Monção, teve lugar uma cerimónia oficial de homenagem aos antifascistas portugueses que, na Galiza, no contexto da Guerra Civil de 1936-39, foram assassinados pelos franquistas. O Movimento Cívico “Não Apaguem a Memória!” esteve lá, representado por dois membros do núcleo do Porto, Maria Rodrigues e Manuel Loff.
2012/05/13
Homenagem a 56 portugueses mortos pelo franquismo na Galiza
As imagens reproduzem a reportagem publicada hoje no jornal Público . (Um clique amplia-as)
2012/01/21
50º Aniversário da revolta de Beja: intervenções dos historiadores Irene Pimentel e António Louça
Valha esta referência como declaração de intenções. O historiador, o jornalista, o investigador ou o estudioso, segundo a amável apresentação do Raimundo Narciso, ao debruçar-se sobre uma iniciativa da envergadura que teve a Revolta de Beja, não pode deixar de vibrar com ela e de tomar partido. Eu, partidário dos insurrectos, me confesso e declaro desde já este parti pris.
Agradeço à associação “Não Apaguem a Memória” o convite para participar nesta comemoração. No nome da associação vai toda uma intenção programática. [continua aqui].
2012/01/16
Homenagem aos heróis da revolta armada de Beja
Das fotos, a de cima e as duas seguintes (de Álvaro Isidoro/ASF) foram tiradas do site da Bola.online
50º Aniversário da revolta armada de Beja
Envolvidos na acção revolucionária de Beja:
António Brotas, Maria Eugénia Varela Gomes, Carlos Veiga Pereira, José Hipólito dos Santos e a família de Carlos Prazeres Ferreira.
2011/12/30
Homenagem aos participantes no assalto ao quartel de Beja
Realizar-se-á uma sessão aberta ao público, na Biblioteca Museu da República e da Resistência, na Rua Alberto de Sousa, nº 10 A - Zona B, do Rêgo, com início às 15h horas, do dia 14 de Janeiro de 2012. Serão oradores a historiadora Irene Pimentel, o historiador António Louçã, e o coronel Carlos Matos Gomes e contamos com a presença de participantes naquela acção.
O NAM pretende, assim, homenagear todos os heróicos protagonistas desta acção revolucionária que consideramos um marco histórico na luta contra a ditadura do Estado Novo e manter viva a sua memória.
2011-12-28
A direcção do NAM
Beja 1962 - Evocação de uma Efeméride
50º aniversário da revolta armada de Beja (2)
50º aniversário da revolta armada de Beja (1)
[1] Naquela época a circulação automóvel era muito reduzida, sobretudo à noite…























