2011/12/30
Beja 1962 - Evocação de uma Efeméride
50º aniversário da revolta armada de Beja (2)
50º aniversário da revolta armada de Beja (1)
[1] Naquela época a circulação automóvel era muito reduzida, sobretudo à noite…
2011/12/20
Debate sobre a luta armada no período marcelista
"Na manhã do próprio 25 de Abril [de 1974], antes da consolidação do MFA, decorria, na Boa Hora, mais uma sessão do julgamento do caso da ARA (Acção Revolucionária Armada), organização afecta ao Partido Comunista. Foi o último processo a ser julgado naquele tribunal de execrável memória. Presidia o desembargador Fernando Morgado Florindo. Na sequência da ligação directa do Plenário com a PIDE, Morgado Florindo exarou um despacho, até agora inédito e que reproduzimos na íntegra:
"Tendo a Direcção-Geral de Segurança comunicado telefonicamente a impossibilidade de assegurar a condução dos réus a este tribunal, devido ao Movimento das Forças Armadas, adiou "sine-die" o julgamento. "
Presos em Janeir/Fevereiro de 1973 aguardavam julgamento
Carlos Coutinho, (31 anos) arquivista no jornal O Século.
Manuel Policarpo Guerreiro, (31anos) operário, pintor da construção civil.
Manuel Guerreiro, (31 anos) motorista, de Grândola.
Amado Ventura da Silva (29 anos) engenheiro agrónomo.
Mário Wren Abrantes da Silva, (24 anos) estudante de Agronomia.
Ramiro Morgado (34) anos, operário, lapidador de diamantes, de Moscavide.
Estes operacionais da ARA foram presos em Janeiro/Fevereiro de 1973, na sequência da prisão de um funcionário do PCP, que passou a colaborar com a PIDE e que denunciou contactos antigos com alguns destes membros da ARA quando faziam parte de organizações que ele controlou.
A ARA foi uma organização criada pelo PCP para a luta armada contra o regime fascista e em especial contra as guerras coloniais de Angola, Guiné-Bissau e Moçambique.
A preparação das acções armadas teve início ainda em 1964 mas sucessivas vagas de prisões, desencadeadas pela PIDE/DGS contra o PCP, atrasaram e interromperam o processo do seu levantamento. Activa entre 1970 e 73, realizou acções armadas com grande impacto político.
A ARA era uma organização pequena, com regras de secretismo muito severas, que repudiava o terrorismo planeando as acções de modo a evitar atingir pessoas, mesmo acidentalmente.
26-11-1970 – Sabotagem do navio Cunene, o mais moderno cargueiro português, dedicado à logística das guerras coloniais, na doca de Alcântara, no porto de Lisboa.
21-11-1970 – Destruição de material de guerra, que devia seguir para a guerra em Angola, no porto de Lisboa, junto ao navio Niassa.
21-11-1970 – Explosão na Escola Técnica da PIDE, em Sete Rios, Lisboa. Às 4h da madrugada
21-11-1970 – Explosão, no Centro Cultural Americano, em Lisboa, às 4 h da madrugada.
08-03-1971 – Destruição total ou parcial de 12 aviões e 16 helicópteros na Base Aérea Nº 3.
03-06-1971 – Sabotagem da Central de telecomunicações de Lisboa, no dia da reunião ministerial da NATO deixando o país isolado quanto a telecomunicações.
03-06-1971 – Derrube de 3 torres de alta tensão, em Sacavém, que provocaram o corte de energia eléctrica na região de Lisboa, no dia da reunião ministerial da NATO.
03-06-1971 – Derrube de 2 torres da rede eléctrica de alta tensão, em Belas, com o mesmo objetivo.
02-10-1971 – Assalto a um paiol, na zona de Loures e "confisco" de 500 kg de explosivos.
27-10-1971 – Explosão no Quartel General da NATO, em Oeiras, três dias antes da inauguração internacional.
12-01-1972 – Destruição de material de guerra, nos armazéns do cais de Alcântara, no porto de Lisboa, antes do seu embarque, no navio Muxima, para as guerras coloniais.
12-01-1972 – Sabotagem de 8 torres da rede eléctrica de alta tensão na região de Lisboa.
12-01-1972 – Sabotagem de 4 torres de alta tensão na região de Coimbra .
12-01-1972 – Sabotagem de 8 torres de alta tensão na região do Porto. Estas sabotagens provocaram o corte de energia elétrica no país, durante o dia das pseudo - eleições do Presidente da República, almirante Américo Tomaz.
A Morte saiu à rua num dia assim
2011/12/07
Honoris Causa em...Cabo Verde!
Esta homenagem de uma Universidade da República de Cabo Verde não pode deixar de ser considerada uma afronta aos patriotas de Cabo Verde, da Guiné-Bissau e de Angola que lutaram pela independência dos seus países e que sofreram inomináveis brutalidades, às ordens da PIDE, neste campo de concentração de má memória, onde já tinham sido condenados a morte lenta, tantos portugueses, antes de ter sido reaberto, naquela data, por Adriano Moreira.
A direcção do NAM
Sobre o Tarrafal uma reportagem sobre a participação do NAM no simpósio promovido pela Presidência da República de Cabo Verde, em 2009
Ou as intervenções aqui também no Memórias
2011/11/25
HOMENAGEM aos professores universitários e investigadores demitidos pela ditadura
• no dia 19 de Dezembro, às 12 horas, na reitoria da Universidade de Coimbra. Intervirão o reitor João Gabriel Silva, o historiador Luís Reis Torgal e Fernando Rosas, em nome da comisão promotora.
2011/07/24
Triunfou o direito à Memória
“Se calhar, ainda bem que tudo isto aconteceu”, disse Margarida Fonseca Santos à saída do tribunal, explicando que esta foi “uma forma de falar aos mais novos “de uma época em que não havia liberdade”, de “mobilizar as pessoas” e de “trazer a história do país para o teatro”.
O mesmo entendimento foi manifestado por Fragateiro. Ao levantar a questão, os sobrinhos de Santos Pais acabaram por “fazer um favor à democracia”, considera.
“A crítica pública deve ser um direito e não um risco”, frisou o magistrado [juiz António Passos Leite] na sentença que foi lida, esta tarde (2011-07-22), no tribunal criminal de Lisboa.
Julgado ao longo de 14 audiências desde o passado dia 3 de Maio, o caso opôs os sobrinhos do ex-director da PIDE/DGS, Silva Pais, aos responsáveis pela peça de teatro “A Filha Rebelde” que esteve em cena no Teatro Nacional D. Maria II em 2007: a autora do argumento, Margarida Fonseca Santos e dois dos administradores do Teatro Nacional, Carlos Fragateiro e José Manuel Castanheira, acusados de difamação e ofensa à memória de Silva Pais.
A peça é a adaptação ao teatro do livro “A Filha Rebelde” (editora Temas e Debates) da autoria de José Pedro Castanheira e Valdemar Cruz. A família do ex-director da PIDE considerou que algumas das falas da peça eram ofensivas ao nome e memória de Silva Pais, nomeadamente por lhe ser atribuído o homicidio de Humberto Delgado e decidiu processar os seus responsáveis.
A notícia da absolvição foi recebida na sala de audiências com salvas de palmas, gritos de “abaixo a PIDE” e cravos vermelhos distribuídos aos presentes.
O juiz sublinhou o “direito à manifestação artística” e “à história” e referiu-se à doutrina sobre os direitos do Homem sublinhando a importância da liberdade de expressão como “uma das condições das sociedades democráticas”.
” que marcou a “reconciliação com a memória” do seu avô,
...
A peça de teatro, “A Filha Rebelde" conta a história da filha de Silva Pais, Annie Silva Pais, casada com um diplomata suíço com quem foi viver para Havana, Cuba, no início da Revolução. Apaixonada por Che Guevara, Annie acabou por deixar o marido e aderir à causa cubana.
O Ministério Público decidiu não acompanhar a acusação atendendo a que não se tratava de um crime público e na fase das alegações finais do julgamento, o procurador Abel Matos Rosa pediu a absolvição dos arguidos, tal como os advogados de defesa, Lucas Serra e Victor Ferreira.
Obrigado a todos os que, neste processo defenderam o direito à memória, à verdade histórica, à liberdade e ajudaram a enterrar o espectro da Pide que parece estar mal enterrada.
Link, link
2011/07/13
"Já uma estrela se levanta"
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O livro já está à venda na livraria O Círculo das Letras e talvez já por aí. Dele fala aqui a Ana Paula Fitas numa escrita belíssima. E, é claro, é referido aqui
2011/05/18
Vamos Falar da nossa Juventude. As lutas académicas pela liberdade dos anos 50 e 60 e as de agora
Jornadas de Ciência Política
ISCTE-IUL Auditório B103 Edifício II
19 Maio de 2011
09:30 Sessão de aberturaISCTE-IUL: Luís Reto (Reitor), André Freire, José Manuel Leite Viegas, Fábio Ramalho
NAM: Raimundo Narciso
10:00 década de 50
MUD Juvenil e a repressão fascistaCarlos Veiga Pereira, Luísa Irene Dias Amado, José
Tengarrinha, Mário RuivoModerador André Freire
Decreto-Lei 40900 : A Supressão da Liberdade Associativa EstudantilCarlos Portas, Herberto Goulart, Júlio Pequito, Prostes da FonsecaModerador Raimundo Narciso11:30 Coffee break
11:45 Debate aberto à assistênciaModerador Helena Pato
14:30 década de 60
Crise Académica de 62Fernando Vicente, Isabel do Carmo, Medeiros FerreiraModerador Helena PatoDebate aberto à assistênciaCrise Académica de 69Domingos Lopes, José Barata, Manuela CruzeiroModerador Jaime MendesDebate aberto à assistência16:30 Coffee break16:45 Actualidade Os Movimentos Estudantis na ActualidadeNACP Bárbara Borrego e Joana MorgadoModerador Inês Trindade
Debate aberto à assistência com a participação especial deRicardo Bernardes Presidente da ESPECAlexandre de Sousa Carvalho Organizador da Manifestação Geração à rasca/M12M
2011/05/02
Querem branquear a PIDE
À Comunicação Social
A direcção do Movimento Cívico Não Apaguem a Memória manifesta a sua profunda indignação perante o julgamento de Margarida Fonseca Santos, Carlos Fragateiro e José Manuel Castanheira. Não está apenas em causa a liberdade de expressão destes prestigiados intelectuais (e o precedente que este caso pode configurar), mas também o desrespeito pela memória de todos aqueles que, durante o fascismo, combateram por um regime democrático.
Na manhã de 3 de Maio de 2011, acusados por familiares do último director da PIDE/ DGS, vão estar, na barra do tribunal, cidadãos que se propõem preservar a memória da ditadura, e não Silva Pais, um dos maiores responsáveis pelo regime de terror em que se viveu até 1974. As atrocidades infligidas aos opositores, por inspectores e agentes sob a alçada de Silva Pais, enchem milhões de páginas no Arquivo da Torre do Tombo, jamais foram objecto de confrontação por parte desses seus autores, mas não são esquecidas pelas vítimas.
Há poucos dias, foi inaugurada uma exposição na antiga Cadeia do Aljube, em Lisboa: «A Voz das Vítimas». Impressiona pela dimensão que transmite dos crimes cometidos pela polícia política, ao longo de 48 anos. E vem lembrar-nos, de novo, que os autores desses crimes nunca foram julgados. Os obreiros da Democracia, nascida em Abril, não abdicaram de uma atitude de tolerância que se tem revelado enormemente injusta para com os milhares de portugueses que sofreram, até à morte, as consequências de torturas, de prisões, de perseguições, ou o exílio. Foram décadas vividas sob o terror da PIDE /DGS, com o comando de Silva Pais, seu Director.
O Movimento Cívico Não Apaguem a Memória saúda os acusados neste processo, por se juntarem àqueles que deixam, para as gerações futuras, um legado de memórias desse tenebroso tempo de opressão. Estaremos, sempre, ao lado dos que impedem o branqueamento, quer de um regime que destruiu vidas e famílias, quer dos seus responsáveis máximos. E Silva Pais é um nome que não se apaga da nossa memória.
Em 2 de Maio de 2011
A Direcção do Movimento Cívico Não Apaguem a Memória
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O julgamento ocorrerá às 9h 15m de 3 de Maio de 2011 no 2º Juizo Criminal, 3ª Secção, Av D. João II, n.º
2011/04/25
2011/04/15
ALJUBE - 46 anos depois de fechar
Imagens da inauguração e da exposição:

2011/04/14
A Voz das Vítimas
A seguir um texto de RN sobre o Movimento Não Apaguem a Memória no catálogo da exposição: 220 páginas de fotografias, nomeadamente dos curros, do parlatório, fichas de presos e documentos do arquivo da PIDE, relatos de fugas e de... casamentos de presos, na prisão. À venda na exposição que tem entrada livre:___________________
.... Continua aqui: link
2011/03/03
Fernando Vicente torturado pela PIDE
O vídeo que se segue foi retirado da SIC online, que disponibiliza o código para cópia, do programa Histórias com gente dentro, emitido no dia 1 de Março de 2011, às 21:40 h.
A parte do video relativa ao Fernando Vicente está entre os 20 e os 25 minutos. Como seria necessário autorização para extrair e republicar a parte que me interessava (no Youtube, p.ex.) coloquei aqui todo o programa, com cerca de 30 minutos. Mas quem queira ver apenas a entrevista do FV pode dar início ao vídeo e em seguida com o rato pode arrastar o cursor que aparece na parte de baixo do vídeo para o minuto 20.
O video também está disponível do site do NAM - Movimento Cívico Não Apaguem a Memória.
2011/02/07
Homenagem a Nuno Teotónio Pereira
O Movimento Cívico Não Apaguem a Memória , de que o homenageado é sócio fundador e sócio honorário, fez-se representar por uma delegação dos seus órgãos sociais composta por Eurico Reis, José Hipólito dos Santos, Lúcia Esaguy Simões, Helena Pato, Artur Pinto, Crisóstomo Teixeira, Irene Pimentel e o autor deste post.
“… Uma imensa plateia de mais de trezentas pessoas, não só de católicos e ex-católicos activistas desde os anos 60, mas também de muitos outros compagnons de route que, ao longo de mais de cinco décadas, se habituaram a ver na pessoa do Nuno o grande impulsionador de um sem número de actividades, políticas e cívicas, e que aderiram a uma iniciativa anunciada através da internet, sem envolvimento de organizações (juntaram-se depois e estiveram ontem presentes) e organizada por um pequeníssimo grupo de amigos.
…
"Ao lançarmos a sessão, - diz Joana Lopes - utilizámos a palavra «homenagem» na convocatória e o Nuno não gostou: telefonou-me três dias antes, desagradado por só então se ter apercebido de que seria o centro das atenções. Disse-lhe então o que ontem repeti: que estávamos ali para nos «homenagearmos» também, num reencontro para celebrarmos um passado de que nos orgulhamos e que, de uma maneira ou de outra, ele nos ajudou a construir. E que a nossa presença naquela sala era a prova daquilo que, certamente, ele mais gostaria de ouvir: que ainda não baixámos os braços.
"O Nuno encerrou a sessão, com a limpidez e a frontalidade habituais, quase lendárias:
«Estou velho, estou a chegar aos 90 anos. Há órgãos que me estão a falhar. Um deles é a memória, que se está a desfazer como pó, o que me causa um certo sofrimento. Além da perda da visão. Mas estou muito contente, porque esta sessão, tendo sido anunciada como de homenagem à minha pessoa, e não deixando de o ser, fez também justiça a todos aqueles que conhecemos e lutaram naqueles anos difíceis.»
Da notícia do Expresso online:
“O cidadão[ Nuno Teotónio Pereira] não quis apenas evocar o passado:
"Apelo a todos para que, em conjunto ou individualmente, façam o que for necessário, mesmo com risco, para acabar com situações de clamorosa desumanidade que existem no nosso país, muitas vezes mesmo ao nosso lado".
…
Jorge Sampaio: "A modéstia dos que são verdadeiramente grandes"
"O ex-Presidente da República Jorge Sampaio foi o principal orador. Dirigindo-se ao "cidadão", destacou entre as suas muitas qualidades a "modéstia dos que são verdadeiramente grandes". Falando de improviso mas a partir de notas que preparara, Sampaio sublinhou ainda "a independência do seu percurso", a ponto de considerar que Nuno Teotónio Pereira "não é apropriável por ninguém".
"O ex-presidente da Câmara de Lisboa agradeceu ao arquiteto o quanto lhe ensinou sobre a capital. Da sua vasta obra, que inclui três prémios Valmor, Sampaio destacou a igreja de Almada, o bairro de Olivais Norte e o edifício "Franjinhas" na Rua Braancamp - além, claro está, da igreja que serviu de cenário à homenagem e a que se juntaram numerosos católicos, entre os quais os padres Bento Domingues e Jardim Gonçalves.
"No plano político, Sampaio não pôde deixar de evocar o dia 26 de Abril de 1974, quando Nuno Teotónio Pereira foi um dos numerosos presos políticos que foram finalmente libertados da prisão de Caxias. "O Nuno permaneceu sempre a mesma pessoa através de décadas, nos mesmos valores, nos mesmos princípios", afirmou Jorge Sampaio, chamando a atenção para a sua "constância e intemporalidade".
_______________________
Nota: Dificuldades técnicas atrasaram dois dias a publicação deste post.
2010/11/28
JCP - 30 anos
Casamento em estado de sítio: 27 de Novembro de 1975
Talvez por isso mesmo e sabendo que o registo estava marcado há muito e que eu não teria tais dotes de premonição que tivesse adivinhado um golpe militar em 25 de Novembro, Cunhal observou com um sorriso: gabo-te a pachorra teres decidido casar numa situação destas!
Agora, dois dias após do golpe do 25 de Novembro de 1975, neste importante momento das nossas vidas, tivemos o amparo dos padrinhos, o Ernâni Pinto Bastos e a Maria do Céu Monteiro. Finda a reunião do comité militar a que rapidamente voltara, "noivos" e padrinhos fomos a Cacilhas, ao restaurante do Ginjal, almoçar e observar, da outra margem, Lisboa em estado de sítio".
2010/10/29
Debbie Harry? "Eh pá ela é linda, linda de morrer" dizia-me ele, aí pelos anos 70 ou 80
"Linda, loira e polémica, a cantora Debbie Harry era considerada, nos anos 70 e 80, a mais cool, sexy, hype, jet-setter, style, up-to-date e todos estes adjetivos em inglês usados para designar gente sensual, moderna e antenada. A mulher que todas as outras queriam imitar, e que todos os homens queriam ter." Conversa da Globo e com aquele "antenada" brrrr. [Aqui]
As imagens podem ser tomadas como um exercício de crueldade mas representam apenas o retrato do caminho que não conseguimos evitar.
(Isto foi escrito em 2010. Estava aqui no blog, subterrâneo, em forma de rascunho, esquecido ou sem "pinta" para merecer publicação
2010/10/26
Hoje,a esta hora, há 40 anos
2010/10/13
2010/06/29
Evocada a memória de 1500 espanhóis fuzilados por Franco no cemitério de Almudena em Madrid
"Na longa lista de vítimas evocadas em voz alta, uma a uma, havia muitas com o mesmo apelido que davam conta do extermínio que o regime de Franco levou a cabo família a família. Irmãos, pais, e filhos foram fuzilados contra o muro do cemitério de Almudena (Madrid) no qual ainda se podem observar o impacto das balas e que esta manhã (20/06/2010) se encheu de cravos vermelhos."
Ver também aqui Contra La Impunidad ou aqui
Sites Não Apaguem a Memória ; Memoria Historica































